Três maiores erros de controle financeiro que empresários cometem

Gerenciar um negócio não é uma tarefa fácil, dado que tornar-se um empresário de sucesso envolve estar atento a uma série de pormenores que estão relacionados a um bom funcionamento de sua própria empresa.

Cada pequeno aspecto relacionado ao negócio pode atrapalhar seu desenvolvimento quando não existe um profissional apto para lidar com estas do modo mais adequado, evitando que erros comuns, porém desastrosos, acometam o negócio.

Por vezes, estes erros que acontecem em muitas empresas ocorrem por mera falta de organização, bastando existir uma atenção especial a cada um dos campos para que estes sejam extintos da equação.

Dentre as coisas que permeiam o controle financeiro de empresas existem alguns pontos os quais se destacam, dado que são os que mais ocorrem e demonstram ser um ponto ao qual todo empresário, independente do tempo em que está no mercado, deve estar constantemente atento.

A seguir apresentam-se elencados os três principais erros neste quesito e que devem ser considerados com atenção pelo empresário.

Ter o controle de caixa impecável é indispensável

O primeiro entre os erros mais comuns é definitivamente o baixo controle de caixa, o que é imprescindível de ser adequadamente para que o capital da empresa possa ser trabalhado da maneira correta, gerando lucro e não despesas ao final de cada período rotativo.

Não é incomum que este fator seja atrelado unicamente a um controle voltado a extratos financeiros e registros das despesas e lucros, é mais do que isso. Este processo envolve também trabalhar através de métricas que permitem ao empresário compreender as possibilidades futuras da empresa, podendo visualizar quais gastos devem ser feitos ou evitados em prol do futuro do negócio.

Além destes fatores, o controle do caixa contribui para controlar as despesas e pagamentos que envolvem os funcionários e fornecedores da empresa, evitando a possibilidade de atrasos no pagamento e possíveis juros devido a isto.

Desse modo, observa-se que controlar o fluxo de caixa é auxiliar para uma evolução positiva do negócio. A desatenção relacionada a este aspecto pode gerar uma desestrutura de todo o sistema, pois mesmo através de pequenos desvios de verba pode ser acarretada a imprecisão do negócio, levando ao prejuízo.

Questões financeiras pessoais e profissionais devem sempre ser trabalhadas individualmente

O segundo maior erro, o qual não fica muito atrás da falta de controle de caixa, ocorre por misturar os rendimentos e pagamentos enquanto pessoa física e pessoa jurídica.

Não é incomum, especialmente quando o empresário cuida de um negócio pequeno, que as finanças acabem por se misturar. Independente de parecer algo inofensivo, considerando que é um capital pertencente ao mesmo sujeito, é indispensável que seja separado de modo adequado.

Utilizar fundos pessoais para auxiliar o negócio ou utilizar do capital da empresa para sanar custos particulares pode parecer tentador a depender da situação, porém pode desestabilizar toda a gestão financeira planejada para cada um destes meios, prejudicando especialmente o controle de seu negócio.

Fazer uso desta prática atrapalha o bom desenvolvimento da empresa por diversos motivos, pois torna impossível o trabalho do profissional que controla o fluxo de caixa, considerando que tanto ocorrem retiradas quanto adições financeiras que não fazem parte do planejamento.

Ademais, observa-se ainda que através deste erro ocorre uma total desorganização do fluxo financeiro, o que pode acarretar em prejuízos como dívidas a fornecedores e funcionários, assim como também pode prejudicar este âmbito dentro da vida pessoal do empresário.

Reservas financeiras e sua importância para o capital de giro

Outro erro muito observado em algumas empresas é não atentar-se a algo que pode parecer bobagem em um primeiro momento, especialmente se o negócio vai indo bem, porém se mostra como indispensável em alguns casos de remediação, assim como de investimento no negócio. Este importante fator esta relacionado a reservas financeiras, ou seja, a busca constante por manter um funcionamento adequado de seu capital de giro.

Este capital diz respeito a uma quantia de dinheiro reservada pela empresa para que possa haver uma continuidade dos projetos, investimentos na mesma e pagamento do que vier a ser necessário, sem que exista a necessidade de realizar empréstimos ou financiamentos, os quais podem tornar-se de difícil pagamento e dificultar o crescimento do negócio.

Esta reserva depende principalmente de organização, planejamento de cada um dos gastos e lucros que a empresa faz, tornando possível que possa vir a ser calculado o valor ideal para ser aplicado neste quesito a depender do tamanho da empresa na qual se opere.

O capital de giro pode ser reservado em fundos de investimentos, os quais são fixos ou variáveis, ou também como depósitos bancários de maneira fixa. Investir neste quesito, realizando reservas é investir na qualidade do negócio.

É interessante considerar quanto a isso que ele é em geral utilizado para sanar despesas que não se esperava, as quais nem sempre são evitadas apenas com organização. Além de prejuízos em razão de erros ou acidentes no fluxo de caixa, por exemplo, é importante considerar que o mercado financeiro está em constante movimento e, portanto, inflação e taxas de juros são aspectos a serem considerados.

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